segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Minhas marcas...

Ninguém muda ninguém,
Ninguém muda sozinho,
Nós mudamos nos encontros.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e sentimento do outro.
Não existe sentimentos, nem bons, nem ruíns, sem a existência de uma outra pessoa, sem o nosso "contato" com ela.
Passar pela vida sem se permitir relacionamentos próximos, é não crescer, não evoluir, não se transformar.
Se olharmos para trás, veremos que carregamos em nosso "ser", várias marcas de pessoas que passaram em nossa vida. Algumas nem notamos muito a sua presença na hora, mas hoje percebemos que elas também tiveram a sua importância. Outras, sentimos desde o primeiro momento.
Precisamos viver todos os sentimentos, mesmo os contraditórios, e superá-los. Esses sentimentos não ocorrem se não houver envolvimento, e envolvimento gera relacionamentos, e relacionamentos geram atritos, e são esses atritos que nos transformam e nos fazem crescer...

Recebi esse texto de um amigo, pela internet.
Não sei quem é o autor, mais a idéia principal de
quem escreveu é interessante,
então...
penso que vou tentar fazer com que as marcas que
vou deixar nos meus relacionamentos,
seja ele qual for (amizade, família, amor...), façam
bem a pessoa, mesmo que as vezes isso signifique não
concordar com tudo o que ela quer, ou um
puxão de orelha...
pode ser também um abraço apertado, um sorriso,
uma lágrima...
o importante é "atritar"...

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